quinta-feira, 24 de março de 2011

História evolutiva dos mamíferos

A evolução dos mamíferos a partir dos sinapsídeos (répteis ancestrais dos mamíferos) foi um processo gradual que levou aproximadamente 70 milhões de anos, do médio Permiano ao médio Jurássico. Na metade do Triássico, havia muitas espécies que se pareciam com mamíferos, e apenas no início do Jurássico aparecem os primeiros mamíferos verdadeiros. O primeiro marsupial conhecido, o Sinodelphys, apareceu há 125 milhões de anos, no início do Cretáceo; mais ou menos na mesma época se desenvolvem os Eutheria, e dois milhões de anos mais tarde surgiram os primeiros Monotremos. Na maciça extinção do Cretáceo-Terciário desaparecem os dinossauros, restando as formas aviárias, e os mamíferos iniciam um processo de diversificação e ocupação dos habitats vagos, até que no fim do Terciário todas as ordens modernas já se haviam estabelecido.


                                  Leg. - Árvore genealógica bastante simplificado dos mamíferos


Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Hist%C3%B3ria_evolutiva_dos_mam%C3%ADferos

quinta-feira, 3 de março de 2011

Evolução do Homem

   A evolução Humana como espécie tem-se vindo desenvolvendo ao longo das Eras Geologias.
   Há cerca de 5 milhões de anos, o grupo de primatas que habitava a selva africana subdividiu-se, o que originou posteriormente os primeiros hominídeos, os antepassados bípedes do ser humano moderno.
   A partir daí, a comunidade científica procura reconstruir complexas árvores filogenéticas para apontar o caminho da evolução de nossa espécie.
Leg. Imagem da Evolução do Homem


   O género “Australopithecus” foi a primeira forma humana a caminhar em posição erecta sobre duas pernas e, portanto, com as mãos livres.
Esta espécie existiu a 3 milhões de anos.
Considerado o hominídeo mais antigo, habitou o leste de África entre 4 e 3 milhões de anos atrás.

Utilização das ferramentas:

   O aparecimento das primeiras ferramentas na utilização, ocorreu entre os2,5 e os 2 milhões de anos no Leste da África. Estas ferramentas eram feitas em pedra com o objectivo de se defenderem dos outros predadores e auxiliar na parte de culinária.

Reflexão:
  O homem e um espécie muito curiosa e muito interessante de estudar, saber de onde começou a se expandir, saber como e que se desenvolveu, como se adaptou ao diferentes climas e diferentes relevos ao longo da história.

"A Árvore Genealógica da Humanidade"

O documentário "A Árvore Genealógica da Humanidade" produzido pela National Geographic é um documentário inovador que eleva a genealogia a um patamar que ela nunca sonhou alcançar.
Na mais diversificada rua da mais diversificada cidade, do mais diversificado pais do mundo, uma equipa de cientistas da National Geographic retiram amostras da mucosa bucal de 200 Nova-iorquinos escolhidos ao acaso, esperando revelar pistas acerca das nossas pegadas ancestrais e provar que todos somos primos na “família humana.”


Reflexão: 
Os cientistas da National Geographic traçam a viagem humana através do tempo, desde as origens no coração de África até aos confins do mundo. Ciência de vanguarda em conjunto com um elenco de Nova-Iorquinos, cada um com uma história genética única, ajudam a pintar o retrato destas espantosas viagens.
A Árvore Geneológica Da Humanidade responde a algumas das mais acesas questões para a humanidade – quem somos e de onde viemos e força-nos a mudar a forma como pensamos não só acerca da nossa relação com os nossos vizinhos, como acerca de nós mesmos.
O documentário tem como objetivo registrar novos dados sobre a história migratória da raça humana e responder a perguntas antigas sobre a diversidade genética da humanidade.

                            Leg. - Capa do documentário "A Árvore Genealógica da Humanidade"

Visita de estudo: "O Mundo dos Dinossáuros"

No dia 11 de Fevereiro de 2011 realizou-se a visita de estudo à exposição "O Mundo dos Dinossáuros" no multiusos de Guimarães. Esta aula de campo no âmbito da disciplina de Geologia foi realizada com os seguintes objectivos:
  •   Interpretar os fenómenos naturais a partir de modelos progressivamente mais próximos dos aceites
    pela comunidade científica;
  •  aplicar os conhecimentos adquiridos em novos contextos e a novos problemas;
  •  desenvolver capacidades de selecção, de análise e de avaliação crítica;
  •  desenvolver atitudes, normas e valores;
  •  promover uma imagem da Ciência coerente com as perspectivas actuais;
  •  conhecer os principais factos, conceitos, modelos e teorias geológicas; 
  • interpretar alguns fenómenos naturais com base no conhecimento geológico;
  • desenvolver competências práticas relacionadas com a Geologia;
  • reconhecer as interacções que a Geologia estabelece com as outras ciências;
  •  valorizar o papel do conhecimento geológico na Sociedade actual.
Os dinossauros, à escala real, que reagiam com movimento e som à presença dos visitantes, os cenários em que as extraordinárias figuras viveram e o atelier de paleontologia foram, entre outros, alguns dos motivos que nos surpreenderam.
A visita proporcionou uma excelente viagem pelo mundo dos grandes répteis.

                                 Leg. - Cartaz publicitário da exposição "O Mundo dos Dinossáuros"

quinta-feira, 10 de fevereiro de 2011

Glaciares

Glaciar é uma grande e espessa massa de gelo formada em camadas sucessivas de neve compactada e cristalizada, de várias épocas, em regiões onde a acumulação de neve é superior ao degelo. É dotada de movimento e se desloca lentamente, em razão da gravidade, relevo abaixo, provocando erosão e sedimentação glacial.

Existem dois tipos de glaciares, o continental e o alpino. O continental são enormes massas de gelo que são afectadas pela paisagem e se estendem por toda a superficie, excepto nas margens onde a sua espessura é mais fina. O alpino inclui os glaciares menores, as quais caracterizam-se por estarem confinadas nos veles das montanhas.

                                           Leg. - Exemplo de glaciar alpino

                                           Leg. - Exemplo de glaciar continental



Fonte: http://pt.wikipedia.org/wiki/Geleira


Reflexão: Os glaciares são enormes camadas de gelo que se encontram à superfície. É fascinante a forma como estes se formam e mais incrível ainda são as estupendas paisagens que estes glaciares nos proporcionam.

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Notícia : Museu da Pedra em Cantanhede

"Quem diria que a pedra poderia conter tanta história? Em Cantanhede, há um museu inteiro que preserva o legado do que genericamente se denomina "pedra de Ançã", um calcário de grão particularmente fino que o torna mais maleável e facilmente esculpido.
A sua extracção, sobretudo em jazidas a sul do concelho (Ançã, Portunhos, Outil e Vila Nova) e as diversas utilizações que conheceu ao longo dos anos, tornaram-na uma marca de "natureza antropológica, comercial, cultural, arquitectónica e artística", indissociável do município de Cantanhede, garante o vereador Pedro Cardoso.
Logo à entrada, a base de uma coluna, provavelmente de um altar romano do séc. I ou II D.C., atesta a ancestral utilização do material. Mas é a escultura da cabeça da gárgula, ainda a jorrar água no imaginário de muitas gerações, que centra mais atenções.
No interior, a exposição permanente apresenta desde estatuária antiga, ornamentos, ferramenta usadas para extrair e trabalhar a pedra, cantaria, caracterização geológica do concelho, artefactos arqueológicos e um conjunto importante de fósseis encontrados nas pedreiras locais. Uma colecção de arte sacra, que divulga e permite inventariar as peças das paróquias da região, surge em destaque.
A pedra de Ançã, que se pode encontrar nas molduras de portas e janelas de casas gandarezas e nos "aventais" (rectângulos de pedra) que caem das janelas, foi a matéria-prima que fez as delícias de "escultores da Renascença Coimbrã", explica a directora do Museu, Maria Carlos. O nome do escultor João de Ruão, por exemplo, ficará para sempre associado a este material.
Hoje, a pedra de Ançã escasseia, mas os entusiastas que a trabalham continuam motivados para tirar dela todas as potencialidades. As produções artísticas recentes, resultado de vários simpósios internacionais de escultura que trouxeram aos bastidores do museu artistas da Alemanha, França e Moçambique, encontram-se espalhadas por Cantanhede.
Até Março, quem pisar o museu pode ir muito para além disto. Uma exposição temporária leva os visitantes a recuar quase 200 milhões de anos para uma "Viagem pelo Jurássico" ou, por outras palavras, ao tempo em que os dinossauros eram os soberanos do planeta. Promovida no âmbito do Ano Europeu da Biodiversidade (2010), conta com réplicas de aves, garras e fósseis de animais gigantes e minúsculos e até amenites encontradas da região, antigamente submersa."

Fonte: http://www.jn.pt/VivaMais/interior.aspx?content_id=1767020&page=-1


Reflexao: Esta notícia é relativa ao Museu da Pedra que se encontra em Cantanhede. Esta exposição temporária permite aos visitantes uma visão ideal sobre o passado e voltar a tempos como o "Jurássico". Uma exposição sem dúvida bastante interessante para fazer uma visita de estudo no âmbito na disciplina de Geologia.

quarta-feira, 2 de fevereiro de 2011

Limite KT

   Limite K-T e um fenda geologia, feia aproximadamente 65.5 milhões de anos, este é uma camada fina. Limite K-T divide-se em K e em T, K abreviatura do período de tempo Cretáceo e T abreviatura do período de tempo Terciário. Concluímos então quem este limite marca o fim da Era Mesozóica e o inicio da Era Cenozóico.
   Este limite encontra-se muito bem visível na Pedreira Poty, no Brasil, onde esta claramente visível duas camadas, a inferior, denominada Formação Gramame, e a superior, chamada Formação Maria Farinha.
Leg.: Limite K-T na Pedreira Poty


Fonte:
http://www.phoenix.org.br/images/Pepb_KT.gif
http://pt.wikipedia.org/wiki/N%C3%ADvel_K-T

Reflexão: Limit KT foi descoberto por Luis e Walter Alvarez, em itália, em 1981.
São limites que existem espalhados por todo o mundo como no Brasil.